Da minha ou da sua maneira interprete como queira... seja bem vindo a minha viagem!!! rs
quarta-feira, 30 de março de 2011
Apenas sinta
Não diga nada. Não diga que você gosta de céu azul, de dias nublados, de noites de lua cheia, de borboletas. Não diga que você sente saudades, que você se importa com aquela pessoa, não diga. Não verbalize, porque na hora que você verbaliza, você perde o sentimento. Na hora que as palavras chegam, a mente começa a funcionar. Ela começa a atrapalhar na verdade. Falar o que se sente não é sentir, é se confundir, é se questionar. Não verbalize. Sinta a frescura, mas não diga que está fresco. Sinta o calor mas não corte o clima com a chama das palavras. Pare de verbalizar. Aprofunde seus sentimentos. Sinta meu pensamento.
sábado, 19 de março de 2011
Gostar simplismente
Gostar é verbo livre, simples e definitivo.
A gente olha, a gente gosta e fim. Não precisa de porquês, nem de previsões, nem de instruções. Não é operação cerebral, intelectual ou qualquer outra que se deixe comandar pelos ditames da razão. Mas feliz de quem, ainda pode, despretensiosamente, gostar de alguém ou de alguma coisa, sem associá-los a uma função perfeita, a uma relação de causa e efeito ou de competitividade. Gostar por gostar.Nem sempre se pode ter o que se gosta, é verdade. Mas e daí?
O gostar espontâneo não inclui a posse. Pode-se gostar sem desejar para si objeto da nossa simpatia. Gostar de vê-lo existir, simplesmente. É um sublime exercício de liberdade. Não é imperativo possuir aquilo que se gosta.Canso de ouvir perguntas do tipo: "Mas o que você vê nisso?", "O que você vê nele?".
São perguntas desnecessárias, que eu, particularmente, nunca ouso dirigi-las a alguém. É impossível determinar o conjunto de fatores e motivações que revestem o "gostar" de alguém.
Gostar não é um ato, não é uma decisão, muito menos uma imposição.
Não importa se esse gosto é conveniente ou não, se é sensato ou não. Experimentar essa sensação, por si, já é uma forma de felicidade.O que pode gerar frustrações, a partir de um gosto, é começar a perseguir a coisa/pessoa gostada, de modo a aprisioná-la em um contexto.
As manifestações espontâneas da alma não devem ser conduzidas pela ideia de posse. Eu gosto de estrelas, de sol, de lua, de céu azul sem precisar possui-los.Com o tempo, é natural que gostemos cada vez mais de menos coisas/pessoas. Não deveria ser assim. Mas é... Porque o tempo nos torna seletivos e acaba sofisticando, talvez, o complexo de fatores que interferem no gostar.Porém, por mais que o tempo estabeleça suas filtragens, ele nada pode contra esse sentimento, tecido com fios de liberdade e de despojados desejos.Gostar é simples como um espirro, um aceno, um suspiro, um espasmo.
Cada gosto anda livre por seu próprio caminho, até criar sua história ou, após cumprir seu tempo de permanência, deixar de existir ou dar lugar a novos gostos...
A gente olha, a gente gosta e fim. Não precisa de porquês, nem de previsões, nem de instruções. Não é operação cerebral, intelectual ou qualquer outra que se deixe comandar pelos ditames da razão. Mas feliz de quem, ainda pode, despretensiosamente, gostar de alguém ou de alguma coisa, sem associá-los a uma função perfeita, a uma relação de causa e efeito ou de competitividade. Gostar por gostar.Nem sempre se pode ter o que se gosta, é verdade. Mas e daí?
O gostar espontâneo não inclui a posse. Pode-se gostar sem desejar para si objeto da nossa simpatia. Gostar de vê-lo existir, simplesmente. É um sublime exercício de liberdade. Não é imperativo possuir aquilo que se gosta.Canso de ouvir perguntas do tipo: "Mas o que você vê nisso?", "O que você vê nele?".
São perguntas desnecessárias, que eu, particularmente, nunca ouso dirigi-las a alguém. É impossível determinar o conjunto de fatores e motivações que revestem o "gostar" de alguém.
Gostar não é um ato, não é uma decisão, muito menos uma imposição.
Não importa se esse gosto é conveniente ou não, se é sensato ou não. Experimentar essa sensação, por si, já é uma forma de felicidade.O que pode gerar frustrações, a partir de um gosto, é começar a perseguir a coisa/pessoa gostada, de modo a aprisioná-la em um contexto.
As manifestações espontâneas da alma não devem ser conduzidas pela ideia de posse. Eu gosto de estrelas, de sol, de lua, de céu azul sem precisar possui-los.Com o tempo, é natural que gostemos cada vez mais de menos coisas/pessoas. Não deveria ser assim. Mas é... Porque o tempo nos torna seletivos e acaba sofisticando, talvez, o complexo de fatores que interferem no gostar.Porém, por mais que o tempo estabeleça suas filtragens, ele nada pode contra esse sentimento, tecido com fios de liberdade e de despojados desejos.Gostar é simples como um espirro, um aceno, um suspiro, um espasmo.
Cada gosto anda livre por seu próprio caminho, até criar sua história ou, após cumprir seu tempo de permanência, deixar de existir ou dar lugar a novos gostos...
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